Abre no navegador, sem instalar nada
O convidado clica no link e entra pela aba do navegador. Sem baixar programa, sem criar conta, sem convite pendente.
Plataformas gerenciadas · Salas de reunião por vídeo
A LFC Sistemas oferece salas de reunião por vídeo hospedadas em infraestrutura sob controle — como SaaS gerenciado dedicado ou instaladas on-premise. O convidado entra pelo navegador, sem instalar nada e sem criar conta; a conversa não passa por uma plataforma de terceiro.
Recursos
Sala de reunião que abre no navegador, sem instalar nada e sem depender de conta de terceiro para o convidado entrar.
O convidado clica no link e entra pela aba do navegador. Sem baixar programa, sem criar conta, sem convite pendente.
A criação de reunião exige conta da organização. O endereço não vira sala pública para qualquer um usar.
Áudio e vídeo trafegam por infraestrutura dedicada: no on-premise, a sua; no SaaS, a que a LFC opera para o seu time — nunca uma plataforma que decide sozinha o que fazer com o conteúdo.
Sem limite de duração imposto pelo plano e sem cobrança por participante: a reunião dura o que a pauta exigir.
Compartilhamento de tela, chat, levantar a mão, mudo para todos e sala protegida por senha quando o assunto pedir.
O endereço da sala é do seu domínio, não de um serviço genérico — o link que você manda ao cliente tem a sua marca.
Para quem é
O custo de uma videochamada não aparece na fatura: aparece no que você evita falar por ela.
Oferta
As mesmas salas, dois jeitos de rodar: no ambiente que a LFC Sistemas opera, ou dentro da sua própria infraestrutura.
Salas de reunião em ambiente dedicado, implantado e operado pela LFC Sistemas. Para times que querem o controle de uma instalação própria sem assumir a operação dela.
A plataforma de reuniões instalada na sua infraestrutura. Para organizações cuja política exige que a conversa não saia de casa.
Riscos
Videoconferência virou infraestrutura crítica — e quem opera a sua decide sozinho o que é criptografado, por onde o tráfego passa e quando o serviço volta do ar. Não é hipótese: são fatos públicos, com fonte.
128 bits
foi a criptografia realmente entregue por uma das maiores plataformas de videoconferência do mundo enquanto ela anunciava 256 bits e "ponta a ponta" — o que motivou acordo com o regulador americano.
FONTE: FTC, acordo com a Zoom, 2020 · FTC, aprovação final do acordo, 2021
60 dias
foi por quanto tempo gravações de reuniões ficaram guardadas sem criptografia nos servidores da mesma plataforma, segundo o regulador — mesmo com a promessa de cifragem imediata ao fim da reunião.
FONTE: FTC, acordo com a Zoom, 2020
5 h
foi o tempo que uma falha de rede da Microsoft deixou Teams, Outlook e outros serviços fora do ar no mundo inteiro, em janeiro de 2023.
FONTE: BleepingComputer, 2023
Cada item traz data, o que aconteceu e o link para a fonte primária. Recolhido para não ocupar a página — abra se quiser conferir.
11/2020
A FTC acusou a Zoom de práticas enganosas: desde ao menos 2016 a empresa anunciava "criptografia de ponta a ponta" e "256 bits", enquanto entregava AES de 128 bits e mantinha a capacidade de acessar o conteúdo das reuniões. O acordo obrigou a implantar um programa de segurança e auditorias externas a cada dois anos.
FONTE: FTC, comunicado oficial, 2020 · FTC, análise do caso, 2020
04/2020
Pesquisadores do Citizen Lab (Universidade de Toronto) analisaram o protocolo e encontraram uma única chave AES-128 em modo ECB compartilhada por todos os participantes. Em testes entre Estados Unidos e Canadá, a chave da reunião foi entregue por um servidor aparentemente em Pequim — jurisdição que pode obrigar a empresa a revelá-la.
01/2023
A mudança do endereço IP de um roteador quebrou o encaminhamento de pacotes na rede de longa distância da Microsoft. Das 07h05 às 12h43 UTC, Teams, Exchange Online, Outlook, SharePoint e outros ficaram inacessíveis no mundo todo. Quando a reunião mora na nuvem de terceiro, a indisponibilidade dele é a sua.
FONTE: BleepingComputer, 2023
Perguntas frequentes
Não. Entra pelo link, no navegador, sem instalar aplicativo e sem criar conta. Quem cria a sala é que precisa de acesso.
Não há corte por tempo nem cobrança por participante no modelo que oferecemos. O que limita é o dimensionamento do ambiente, que é definido na implantação conforme o tamanho das suas reuniões.
No on-premise, o áudio e o vídeo trafegam pelos seus próprios servidores e a LFC não participa. No SaaS, passam pela infraestrutura que a LFC opera em ambiente dedicado ao seu time — e, como em qualquer sala roteada por servidor, quem opera esse servidor tem acesso técnico à mídia em trânsito. O nosso acesso é o necessário para operar, e é exatamente esse o motivo de existir o modelo on-premise.
Reunião é evento ao vivo: não há acervo acumulado a perder. No on-premise, o servidor é seu e as salas continuam existindo sem nós. No SaaS, o prazo e o processo formais de transição são acertados em contrato; não temos cláusula padrão publicada aqui.
Hoje não. Não publicamos número que não esteja sustentado por contrato. Compromisso de disponibilidade é acertado caso a caso.
No SaaS, a LFC implanta e opera um ambiente dedicado, com endereço no seu domínio. No on-premise, a mesma plataforma é instalada na sua infraestrutura: instalação e configuração nossas, operação diária sua.
Conte como o time se reúne hoje e nós apresentamos o modelo — SaaS dedicado ou on-premise — para tirar suas conversas da plataforma de terceiro.
Chamar no WhatsAppConversa direta com quem opera a plataforma. Sem robô de atendimento.